Aimee Mann é uma mulher maravilhosa. Talentosa. Influente. Inspirada. E linda (tá, é uma beleza beeem exótica mas é linda).
Conheci os atrativos dessa ‘estadunidense’ (pq americanos somos todos nós) quando Alexandre me apresentou ao disco Barchelor nº 2. Desde então, ela já quase desbancou a Kim Deal do posto de mulher da minha vida.
O motivo é simples: que voz! É quase impossível descreve-la se não pudesse me atraver a dizer que a firmeza, suavidade e limpidez são marcas registradas nas canções. Canções estas que fizeram o álbum tão coeso, tão redondinho e “sem tirar nem por” como é o Barchelor.
Grande parte dele está na trilha sonora de Magnólia juntamente com outras músicas não menos maravilhosas de Jon Brion (um de seus fiéis escudeiros), Gabrielle e Supertramp (!).
Uma curiosidade em torno do filme é que, segundo o diretor, o roteiro foi criado à partir das canções do álbum já citado (Barchelor) quando ele ficou, digamos, obsessivo pelas canções. Um exemplo é a música de abertura do filme “One” que tem nos versos as seguintes palavras:
“Um é o número mais solitário que você já viu
Dois pode ser tão ruim quando um
Pois é o número mais solitário depois de Um…”
E quem já assistiu o filme sabe que o foco da história é a solidão.
Agora me diz vai: depois de ouvir toda essa “rasgação de seda” para ela, não me diga que você não vai clicar nos links do texto pra conhecer melhor o que eu estou falando?

Por *Jana Rubber*
Críticas, sugestões, cds da Aimee Mann: rubber.gobbi@gmail.com
Refresh (em 11/10) : Povo, eu não queria ser explícita mas quem quiser ouvir a moça clica em cima do link das palavras ‘trilha sonora’ no texto. =D
